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5 DICAS PARA SUA EMPRESA CRESCER COM POUCO DINHEIRO

Para muitos  empreendedores , fazer uma empresa crescer significa abrir uma nova unidade ou aumentar as vendas substancialmente. Esta é, no entanto, uma das facetas do crescimento. Muitas vezes, pequenas ações sem custos altos podem trazer um resultado tão bom no longo prazo quanto a abertura – e o alto investimento – de uma filial. A nova onda entre as  startups  hoje é crescer e se tornar viável com o mínimo de capital possível. “A pior coisa para uma startup é o capital. Quando você está trabalhando com um orçamento pequeno, a lógica é criar soluções criativas”, diz Cassiano Farani, membro do Centro de Empreendedorismo do Ibmec. A base para isto é conhecer bem o que o cliente quer e fazer uma empresa sob demanda para o seu mercado. Veja a seguir as dicas para fazer seu negócio crescer sem estourar o orçamento.  1. Desenvolva seu Cliente Quando o empresário sabe exatamente o que a clientela espera do seu produto ou serviço fica bem mais fácil ter um alto n...

SEIS PASSOS PARA ESCAPAR DA DEMISSÃO EM TEMPOS DE CRISE (EXAME S/A)

Se você percebeu que seu emprego corre perigo, a coisa mais importante no primeiro momento é não perder a calma – as companhias detestam funcionários descontrolados. Depois, lembre-se que, por mais difícil que seja a situação, algumas atitudes podem livrá-lo do corte. Os especialistas são unânimes em dizer que o primeiro passo para escapar do facão é fazer uma autoanálise honesta. Depois, adotar uma postura pró-ativa e colaborativa. Veja como fazer isso em seis passos: 1) Avalie-se:  pergunte-se se você está alinhando aos objetivos da empresa, se concorda com a missão dela e compreende realmente sua cultura e o que seus líderes esperam de você. Se a empresa contar com um sistema formal de avaliação de desempenho, procure ter uma conversa franca com seus superiores. Se não, uma avaliação informal já será de grande ajuda. “Um equívoco de autoavaliação é o primeiro sinal de que você não está alinhado com a empresa”, afirma Adriano Araújo, vice-presidente do Grupo Foco. 2) Mostre ...

Gestão de Competências, Por Quê? (2/2)

 Na primeira parte deste artigo, vimos que a Gestão de Competências pode ser definida como um processo fundamentado em três pilares básicos: atração, manutenção e aperfeiçoamento constante dos profissionais, influenciando os resultados da empresa de forma positiva. A idéia é mapear as competências necessárias para implantar a estratégia da empresa e, a partir daí, selecionar ou capacitar os profissionais sob esse enfoque, para que eles possam aplicar suas habilidades da melhor maneira possível, no sentido de alcançar os objetivos propostos.�           Assim, um plano de Gestão de Competências envolve ações que englobam desde a seleção até o treinamento, a remuneração, a avaliação de desempenho e o monitoramento permanente de todos esses aspectos. Para ser, de fato, eficiente, o plano deve permear toda a estratégia da empresa. Todas as ações e diretrizes devem seguir o mesmo princípio que visa a formação e o estímulo permanente para que ...

Gestão de Competências, Por Quê? (1 / 2 )

Em meio aos modismos que, de tempos em tempos, tomam conta do ambiente corporativo, uma idéia vem ganhando força como tendência ao longo dos últimos anos, firmando-se como princípio indispensável às empresas que buscam desenvolver ou aperfeiçoar sua competitividade. Mais do que produtos, processos ou estratégias, são as pessoas as verdadeiras responsáveis pelos resultados nas organizações. Apenas profissionais competentes e devidamente motivados são capazes de fazer a diferença, colocando em prática projetos e idéias que impulsionem a competitividade nas empresas em que trabalham, entendendo-se essa competitividade como a “capacidade de chegar no futuro entre os primeiros”, na expressão de Hamel & Prahalad em Competindo pelo Futuro (editora Campus).           Peter Drucker diz que “Há apenas uma definição satisfatória de administração, quer falemos de uma empresa, de uma agência pública ou de uma organização sem fins lucrativos: tornar ...

PORQUE VIVER A VIDA DO OUTRO?

"Ninguem vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluimos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seua problemas e interfirindo mais do que é recomendavel, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O unico premio nesse caso é a frustação." Esse texto foi tirado do Jornal do GRUPO DE FRATERNIDADE ESPÍRITA IRMÃ CLOTILDES, e se colocarmos no nosso dia dia de trabalho veremos que se encaixa, se não nos preucuparmos com o trabalho dos outros e nos concentrarmos mais em nosso trabalho produziremos mais e seremos recompensado por isso.

RECOMENDO

Recomendo um filme para motivação de funcionários: O CONDE DE MONTE CRISTO. Ótimo para motivar os funcionários que estão desmotivados os ques estão no "fundo do poço", mostrando-lhes, que mesmo em cituações de derrotados, se apeguem a algo dentro de sí para reverter a situação e virar o jogo e ser um campeão dentro da sua empresa.

O Desafio da Gestão do Estresse

Ao contrário do que muita gente pensa, o estresse não é causado pelo volume de trabalho, mas, sim, pela forma com a qual o profissional lida com ele. O atual momento da economia pernambucana, com a chegada de importantes projetos estruturadores, abre uma janela de oportunidades para profissionais das mais diversas áreas. Porém, ao mesmo tempo que traz inúmeras possibilidades de crescimento profissional, esse cenário também deve contribuir para o aumento da concorrência, da exigência por produtividade e, consequentemente, do estresse. Saber lidar corretamente com fatores que geram o estresse — o que os especialistas chamam de gestão do estresse — é uma habilidade essencial para enfrentar as pressões naturais de um ambiente competitivo, equilibrando sucesso profissional e qualidade de vida. É comum os profissionais atribuírem à carga de trabalho a culpa por uma rotina estressante. Entretanto, em grande parte dos casos, a raiz do problema não é o trabalho em si, mas a forma pela qual o pr...